Fonte: IG
Tecnologias disponíveis para a Copa das Confederações incluem detectores de armas químicas e ameaças biológicas; investimento pode chegar a US$ 100 milhões
Os eventos mundiais que o Brasil vai sediar abrem espaço para a indústria da segurança privada lucrar com tecnologias cada vez mais arrojadas. Por US$ 100 milhões, o governo pode adquirir todo o equipamento de segurança exigido para eventos como a Copa das Confederações, mas costuma alugá-lo por até um terço deste valor, de acordo com o CEO da Smiths Detection, Danilo Dias, responsável pelo aparato da Rio+20 (2012), dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro (2007) e da Copa do Mundo da FIFA na Alemanha (2006).
As tecnologias variam do clássico scanner de metais a detectores de armas químicas e biológicas. O espectômetro, um instrumento óptico, é um dos exemplos: detecta mais de 30 mil substâncias, como drogas e narcóticos, incluindo ameaças biológicas. Um equipamento portátil, da marca Radseeker, é capaz de identificar sinais radioativos no entorno dos eventos. A Smiths Detection utilizou mais de 200 unidades deste tipo de aparelho na Olimpíada de Atenas, em 2004. Continue Lendo



